Distrital do PSD de Braga aprova critérios a deputados pelo círculo de Braga.
Distrital do PSD de Braga aprova critérios a deputados pelo círculo de Braga.
Braga País

PSD unido e mobilizado no distrito de Braga

Por unanimidade, a Assembleia Distrital do Partido Socialdemocrata de Braga aprovou, na noite de sexta-feira, os critérios de escolha dos deputados à Assembleia da República que deverão representar o PSD nas listas de candidatura ‘Portugal À Frente’, em coligação com o CDS-PP.

No plenário que teve lugar em Braga, os representantes dos militantes de todos os concelhos do distrito evidenciaram uma forte confiança e determinação no apoio ao trabalho desenvolvido pelo atual governo e pelo seu líder Pedro Passos Coelho, na recuperação do país e no relançamento de um novo ciclo de crescimento sustentável.

Na sustentação da proposta do perfil de candidatos a deputados do PSD, o presidente da Comissão Política Distrital do PSD, José Manuel Fernandes, realçou as exigências de candidatos de reconhecido espírito de serviço ao País e à região, assim como de empenhamento na defesa do interesse público, a par da “qualidade e competência política, bem como preparação técnica adequada”.

Outra exigência bem vincada para os candidatos a deputados do PSD é relativa à “capacidade e disponibilidade para o diálogo e contacto permanente com os eleitores e as associações representativas da sociedade civil”.

Na análise da situação política nacional José Manuel Fernandes, frisou que “os portugueses têm confiança em Pedro Passos Coelho e na atual maioria que tirou Portugal de um buraco e deu uma renovada e sustentada esperança aos portugueses”.

“Os próximos tempos são de esperança e esta maioria tem, agora, condições para fazer com que a economia e o emprego cresçam de forma sustentada”, declarou. Em contraponto, José Manuel Fernandes afirmou que “não podemos regressar ao tempo das políticas socialistas de despesismo e de facilitismo que levaram a que Portugal tivesse sido nos últimos 30 anos intervencionados três vezes pelo FMI e pela Troika, períodos esses em que Portugal era governado pelos socialistas”.

“Temos de manter o rumo da estabilidade, credibilidade e confiança. Os socialistas sempre defenderam a receita de mais tempo, mais dinheiro e perdão de dívida, exactamente a receita utilizada na Grécia com resultados catastróficos”, denunciou José Manuel Fernandes.

O presidente da Assembleia Distrital do PSD, Paulo Cunha, realçou “a imagem e o clima de serenidade, de compromisso e de confiança dos militantes do PSD para uma grande vitória eleitoral nas eleições legislativas”. Um desafio que Paulo Cunha apontou como “uma questão de justiça e de mérito”, vincando a sua satisfação pelo reconhecimento inequívoco por parte dos militantes socialdemocratas quanto à qualidade e dimensão do trabalho e dos resultados obtidos pelo governo de coligação e liderado por Pedro Passos Coelho”.

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