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Cientistas da UMinho avaliam capacidades laboratoriais de alunos do secundário

Cerca de 340 alunos do secundário vão ser avaliados num conjunto diversificado de atividades laboratoriais esta sexta-feira, dia 29, na Escola de Ciências da Saúde (ECS) da Universidade do Minho, em Braga. Esta 6ª edição das “Olimpíadas da Saúde” é a maior de sempre, contando com participantes de 14 cidades do Norte do país.

Esta competição inicia às 14h00 e pretende distinguir os estudantes que mais se destacam nos conhecimentos e nas capacidades laboratoriais ligadas à saúde. Os alunos serão “postos à prova” em experiências de dez minutos, passando por 12 “estações”, a funcionar em simultâneo e com o respetivo avaliador. O know how científico será medido com exames práticos observacionais que aplicam metodologias também usadas no âmbito do mestrado integrado em Medicina na UMinho. “O objetivo é que eles façam o que é solicitado em cada um dos cenários, o que implica escolher o instrumento certo e usá-lo corretamente, ser capaz de fazer medições e focagens”, explica Nuno Osório, professor da ECS. Em termos concretos, será possível ver os participantes a fazer diluições de soluções, usando pipetas, balões volumétricos, frascos e outros materiais, e preparar uma suspensão de células com uma lâmina e lamela de microscopia.
“É a primeira vez que as provas decorrem na UMinho e acreditamos que este tipo de iniciativas possa ser mais um estímulo para promover as atividades laboratoriais no ensino pré-universitário. Quando andava no secundário também participei em olimpíadas em que tive oportunidade de ir a universidades e foram momentos mágicos”, acrescenta o investigador Nuno Osório.
Vencedor ganha estágio com investigadores
As “Olimpíadas da Saúde” encerram às 18h00, no auditório Monsenhor Elísio Araújo do Colégio D. Diogo de Sousa, em Braga. Os vencedores serão distinguidos com uma semana de estágio no Instituto de Investigação em Ciências da Vida e Saúde da UMinho e um prémio no valor de 500 euros. Está ainda prevista na sessão uma tertúlia sobre neurociências e doenças do movimento, que conta com a intervenção de Alexandre Caldas, diretor do Instituto de Ciências da Saúde da Universidade Católica Portuguesa e vencedor do “Distinguished Career Award” da Sociedade Internacional da Neuropsicologia. Esta competição é promovida anualmente por um conjunto de professores de escolas secundárias do Norte do país, incluindo Ana Vila-Chã, do Colégio D. Diogo de Sousa.

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