Tribunal de Braga
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Caso das cartas de condução de Vila Verde pode ser transformado num só crime

O advogado de defesa do examinador Joaquim Moreira Oliveira, principal arguido no processo de corrupção na atribuição de cartas de condução do centro de exames de Vila Verde – ANIECA – pediu ao Tribunal de Braga que transforme os 35 crimes de que está acusado num único só crime , mas de forma continuada.

A situação é em tudo semelhante a caso que está a ser julgado em Bragança, onde há arguidos a serem julgados por corrupção agravada na forma continuada.

Num debate instrutório, os arguidos – oito – negaram a prática de corrupção. No entanto o Ministério Público  (MP) frisa que o caso envolve um “esquema de luvas” em troca de aprovação dos exames de 47 indivíduos.

Há estimativas que o Estado terá sido burlado em mais de um milhão de euros.

Fábio Coentrão é testemunha

O processo envolve escolas de Barcelos, Vila Verde, Ponte de Lima, Vizela, Guimarães, e remontam a 2008 e 2013. A PJ apurou que os arguidos reclamavam entre mil a 1500 euros para aprovação dos exames. Fábio Coentrão terá pago cerca de quatro mil euros para obter carta de condução.

(Notícia completa na próxima edição impressa do V, 6 de julho)

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