Mota Alves
Destaque Região Vila Verde

“Cávado com vida” divulgada em sessões pela ATAHCA

A ATAHCA  vai promover sessões de esclarecimento sobre as acções do PDR 2020 que são da responsabilidade de implementação e gestão da GAL da ATAHCA de 18 a 20 de julho. Esta instituição de desenvolvimento local abriu já concursos para as ações 10.2.1.1 e 10.2.1.2, estando as restantes previstas para data a definir após a publicação de OTE que permita essa abertura.

Nesta data a ATAHCA tem concurso aberto para para as acções “pequenos investimentos nas explorações agrícolas” e “pequenos investimento na transformação e comercialização”. As sessões vão ser realizadas nos dias 18 de julho na Câmara de Terras de Bouro (10:00 horas) e Câmara de Amares (15:00 horas). Já no dia 19 a sessão decorre na Câmara  de Vila Verde (10:00 horas) e no GNRation (15:00 horas) em Braga.

No dia 20 de julho a Biblioteca Publica de Barcelos recebe às 10:00 horas igual sessão, cabendo a Esposende, na junta de Forjães, Esposende, a última sessão da ATAHCA.

“Essas sessões destinam~se a potenciais interessados em se candidatarem a estas acções, a autarca e ao público em geral que pretenda estar informado sobre apoios financeiros para iniciativas em meio rural”, refere Mota Alves, presidente da ATAHCA.

A ATAHCA tem como zona de intervenção os municípios da NUT III Cávado, tendo apenas algumas freguesias e agrupamento de freguesias dos concelhos de Braga, Barcelos e Esposende e os concelhos de Terras de Bouro, Amares e Vila Verde na sua totalidade.

“O desenvolvimento rural só é possível com envolvimento de todos os agentes, públicos e privados, implicados no desenvolvimento local e mais especificamente no desenvolvimento rural. Se todos, sem exceção, se empenharem e envolverem nesta missão o território do Cávado será um exemplo de criatividade e empreendedorismo capaz de ombrear com o passado onde este território marcou as dinâmicas nacionais como exemplo de fazer e bem-fazer”, destaca Mota Alves.

Mota Alves destaca ainda que “o território necessita de fixar” pessoas.

“Necessita de criar condições para possuir massa crítica, para atrair pessoas com conhecimento científico, para ter políticas de educação permanente capazes de serem diferenciadores e criarem a atratividade necessária a poder dizer-se que o Cávado é um território de seleção para viver e investir”, aponta Mota Alves.

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