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Filipe Silva aponta o dedo à Câmara de Vila Verde e Agrupamento de Escolas nos casos de encerramentos de turmas

O presidente da junta de Soutelo, Filipe Silva, esteve pessoalmente na DGEstE durante a manhã de hoje, 28 de julho, para manifestar a “insatisfação” e para “sublinhar” que Soutelo não vai assistir de braços cruzados à degradação da sua escola pública.

“Uma vez mais a resposta não variou. A DGEstE voltou a garantir que se limita a analisar os dados enviados pelo Agrupamento de Escolas de Vila Verde. O Agrupamento tem tomada de decisão nesta matéria e delibera em perfeita sintonia com a Câmara de Vila Verde”, afirma Filipe Silva, que veio a público manifestar “descontentamento” e coloca o dedo na ferida.

“A sensação nítida que temos é que a educação fica para segundo plano em prol dos interesses políticos. Não faz sentido reduzir a capacidade de um Centro Escolar, que, tal como o nome indica, foi construído com o intuito de ser uma unidade agregadora”, afirmou, prosseguindo com o tom crítico do discurso.

“Neste momento, andam a ser retiradas turmas de estabelecimentos que deveriam estar em fase de expansão para manter abertas escolas que, de acordo com os despachos do poder central, já deveriam ter sido fechadas e assim vão contornando as suas reais obrigações”, afirma o autarca soutelense, que exige também igualdade de tratamento.

“O encerramento de mais uma turma no Centro Escolar de Soutelo é da responsabilidade do Agrupamento, que foi quem resolveu a questão de Turiz. Se houver vontade política e educativa também haverá interesse em resolver a questão de Soutelo”, frisa.

Filipe Silva conclui em jeito de ironia: ”Por coincidência, as Juntas das três freguesias afetadas por esta medida são dirigidas por executivos independentea”.

(notícia no Semanário V, edição 3 de agosto)

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