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JMF relembra “cadastro florestal” para prevenir incêndios e quer mais negócios na floresta

O eurodeputado vilaverdense José Manuel Fernandes (JMF) voltou a fazer o apelo à realização de um “cadastro florestal” em Portugal, durante intervenção na IX Feira do Mel do Alto Minho, em Vila Nova de Cerveira.

O antigo autarca de Vila Verde esteve em debate sobre o tema “Visão e Estratégia – Política Florestal” com Robalo Simões, segundo comandante distrital do Comando de Operações de Socorro de Viana do Castelo, e ambos estão de acordo no que toca a prevenir incêndios como os que aconteceram durante este ano, onde o Soajo, em Arcos de Valdevez, e o incêndio de Mós, em Vila Verde, ajudaram a bater recordes de área ardida.

“É preciso definir uma estratégia clara e aglutinadora, que respeite e valorize a diversidade regional, promovendo a rentabilização inteligente da floresta, em detrimento de intervenções sistemáticas por reação”, disse JMF, defendendo também que “é ao estado que compete assumir uma função coordenadora, valorizando as capacidades de trabalho no terreno e as mais-valias de cada território”.

Os autarcas de Cerveira e de Viana do Castelo também estiveram presentes, concordando com a criação de um plano integrado de intervenção, ao qual JMF fez questão de relembrar que apenas em Portugal e na Grécia é que não existe cadastro florestal, o que seria uma mais-valia para auxílio dos municípios.

O eurodeputado reclamou ainda uma “estratégia de intervenção que permita rentabilizar as florestas”, dando o exemplo da apicultura, desporto, turismo ou ambiente, em contexto de negócio. Para esse efeito, JMF assegura que o “Plano Juncker” disponibiliza investimento para projetos que garantam sustentaibilidade ambiental, que sejam rentáveis e que garantam emprego.

 

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