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José Morais insatisfeito com serviço da empresa que recolhe o lixo em Vila Verde

O tema da recolha do lixo em Vila Verde tem vindo à baila nos últimos meses, e José Morais, líder da concelhia do PS de Vila Verde, voltou a trazer o assunto na última reunião de câmara, na segunda-feira (21), criticando António Vilela de “nada fazer para que o contrato (entre câmara municipal e Ecorede)  seja cumprido”.

“Hoje temos um serviço menos eficiente, sem higienização dos locais circundantes e com um custo maior para os cidadãos”, alega o socialistas em nota à imprensa. “As questões ambientais têm que ser encaradas como uma prioridade absoluta na gestão autárquica, com acções concretas e sem estarem subjugadas a qualquer tipo de interesses económicos”, diz ainda o documento que mostra insatisfação pelas respostas de António Vilela sobre esta matéria. “Solicitei ao Presidente da Câmara um conjunto de esclarecimentos relativamente ao mau serviço que está a ser prestado e relativamente ao não cumprimento do contrato iniciado em julho de 2014, entre o Município e o consórcio ECOREDE / REDE AMBIENTE”, escreve José Morais.

O vereador socialista vai mais longe, e diz não ser “aceitável que num negócio de cerca de cinco milhões de euros, o serviço seja hoje pior do que era no passado e que a empresa que o faz não cumpra com os termos do contrato”, criticando também o presidente da câmara, a quem acusa de nada fazer para que o contrato seja cumprido.

José Morais acusa a empresa Ecorede de irregularidades como não assinarem talões de pesagem ou de não fornecerem alguns dados sobre a recolha, e ainda de terem instalado menos do que os 75 contentores subterrâneos prometidos até julho de 2015. Acusa ainda a empresa de não ter elaborado uma campanha de sensibilização junto das escolas e da população em geral, como estaria acordado, nem de divulgar os horários da recolha, ou de enviar qualquer relatório anual sobre a prestação de serviço.

“Se a empresa não cumpre o contrato que assinou com o município e se presta um serviço pior do que estava a ser feito então o presidente da câmara não pode ficar quieto e fingir que nada se passa. O presidente da câmara tem a obrigação de agir em defesa do interesses dos munícipes”, termina José Morais.

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