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Tribunal. Antigo deputado do CDS-PP que denunciou “caso EPATV” lamenta atraso da justiça

Daniel Cerqueira, antigo deputado municipal do CDS-PP e uma das “caras” da denúncia de contornos “pouco claros” na compra da Escola Profissional Amar Terra Verde (EPATV) pela cooperativa Val d’Ensino, que levou à detenção para interrogatório de António Vilela e João Luís Nogueira, diz não estar surpreso com a investigação, mas lamenta o atraso de quatro anos. “Isto só vem reforçar a ideia que a justiça no país é muito lenta”, referiu em exclusivo ao Semanário V.

Deputados e vereadores da oposição indicavam que a Val d’Ensino detinha 1000 euros de capital social e que a empresa não teria condições para concorrer. Em 2013, a oposição solicitou à Procuradoria Geral da República uma “fiscalização” da decisão tomada em reunião de executivo municipal, fiscalização essa que, segundo alguma imprensa, poderá estar na origem da investigação a António Vilela e João Luís Nogueira.

Daniel Cerqueira adiantou ao V que foi ouvido “várias vezes” pela Polícia Judiciária no âmbito deste processo e que colaborou, embora já se tenha afastado das lides políticas. “Não tenho qualquer papel político no CDS-PP de hoje, logo não gostaria de ver o meu nome envolvido nos jornais, mas é público que alertamos para esta situação por várias vezes na altura do negócio”, referiu.

“Está tudo escrito em ata, todas as nossas questões sobre este assunto entre outros, como foi o caso da cedência dos antigos armazéns da Câmara para construção de empresas privadas”, diz o centrista referindo-se às empresas Letraria e Chocolate com Pimenta.

“Na altura alertamos para essa situação também, entre outras que mostraram pouca clareza nos negócios do município”, adiantou ainda Daniel Cerqueira ao Semanário V.

(Notícia completa na edição impressa do Semanário V, a 22 de fevereiro)

 

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