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Assembleia Municipal. Regresso da Cruz Vermelha e empréstimo de dois milhões aprovados por unanimidade

Regresso da Cruz Vermelha à Vila de Prado e revisão de um empréstimo de dois milhões de euros foram os principais temas da Assembleia Municipal, realizada esta segunda-feira (27), que viu todos os pontos em questão aprovados por unanimidade.

Paulo Gomes, presidente de junta da Vila de Prado, abriu a sessão com uma moção para que a reativação da unidade da Cruz Vermelha fizesse parte dos planos do executivo municipal.

“Contámos com várias pessoas empenhadas e capazes de reativar a valência, numa lógica social de socorro”, disse o autarca, recordando que “esta população merece ser compensada pelo esforço que fez para comprar ambulâncias que foram para outros núcleos”.

Paulo Gomes deixou assim à atenção da Câmara Municipal para que “proceda a todas as diligências para reativar a Cruz Vermelha em Prado, até porque servia os concelhos de Vila Verde, Braga, Amares e Barcelos”.

Outro dos pontos discutidos e aprovados na assembleia foi a revisão ao empréstimo de dois milhões de euros que já havia sido aprovado em assembleia anterior, mas que levou uma “nega” do Tribunal de Contas por conter valores superiores ao custo real de duas das obras discriminadas.

Já no que concerne ao saneamento e água, o executivo levou a moção para aprovação do regulamento em várias freguesias do concelho.  Embora com aprovação unânime, a bancada do PS não se coibiu de chamar à atenção para a questão do saneamento. Aires Fumega, deputado socialista, referiu que “mais importante que criar um regulamento, é preciso ter água e o saneamento”. A isenção de taxas na requalificação urbanística foi outra dos pontos propostos pelo executivo municipal e que foi aprovado por unanimidade.

Destaque ainda para a intervenção do deputado do CDS-PP, Manuel Pereira, mostrando-se solidário com o Presidente da Câmara, António Vilela, na questão da investigação no caso “Panamera”. “Todo este espetáculo mediático que se formou não deixou os vila-verdenses contentes”, disse o deputado, garantindo “crer que não passou de um equívoco da justiça”. “É verdade que fazemos decisões e que podemos ter de prestar contas por ela, mas neste caso em concreto, acredito na inocência de António Vilela, alguém que acho incapaz de se envolver em negócios ilícitos”, disse Manuel Pereira.

(Notícia completa na edição impressa do Semanário V, a 1 de março)

 

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