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Escolas. Requalificação escolar deixa António Vilela e José Morais em “pé de guerra”

Uma comissão parlamentar pedida pelo Partido Social Democrata (PSD) nacional ao ministro da educação, Tiago Brandão Rodrigues, resultou num “pé de guerra” no poder político em Vila Verde.

Depois do ministro ter declarado na comissão que “há 142 interevenções em escolas (…) já aprovadas”, das quais constam as Escolas Básica 2,3 de Vila Verde e da Vila de Prado, o Partido Socialista (PS) de Vila Verde veio a público congratular-se com este anúncio.

“É facilmente constatável e inegável que sempre foram os governos do PS que mais contribuíram, no passado, para o progresso do concelho, no que toca a opções únicas e exclusivas dos governos nacionais”, indicou José Morais, líder da concelhia socialista em Vila Verde.

António Vilela disse ao Semanário V que José Morais quer “atirar areia para os olhos da opinião pública”. “A 5 de agosto de 2015, ainda durante o governo do PSD, foi assinado o Pacto de Desenvolvimento Territorial da CIM Cávado, que até foi validado por mim na ausência do presidente Ricardo Rio”, disse o edil, apontando o dedo a José Morais. “Está a dizer que foi o governo PS que tratou deste assunto mas isso não corresponde à verdade. O que é verdade é que este governo adiou esta situação, como adiou tantas outras. Esta decisão já devia ter sido tomada há muito”, acrescentou

No entanto, o PS responde através da comissão política, em comunicado à imprensa, dizendo que “António Vilela não gosta de boas notícias para Vila Verde” e acusa o anterior governo PSD de colocar “obras na gaveta”.

“António Vilela não convive bem com o facto de este Governo do Partido Socialista estar a prestar uma atenção especial ao concelho de Vila Verde, procurando resolver problemas que o anterior governo do PSD não quis resolver, deixando-os na gaveta”, dizem os socialistas, clamando para si os “louros” de nova “conquista”, classificando-a como “resultado do trabalho que o Vereador do Partido Socialista, José Morais, tem feito junto do governo, numa tarefa que deveria ser exercida exactamente pelo senhor Presidente da Câmara”.

António Vilela, ao V, responde, dizendo que “foi assinado por este executivo municipal e por vários municípios um acordo desta requalificação escolar com o ministro, em Gaia, e já foi há uns meses”.

(Notícia completa na edição impressa do Semanário V, a 22 de março)

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