Idilio Nunes
Cultura Destaque Vila Verde

Idílio Nunes. Recusou os russos pelo ilídico mundo da formação musical

Podia ter-se tornado profissional a bordo de um cruzeiro russo mas preferiu o casamento. Tocou para quase todos os presidentes da república desde o 25 de abril e foi parte integrante de uma “Big Band” à americana que encantava os fins-de-semana no Casino da Figueira.

Idílio Nunes é hoje conhecido em Vila Verde por ser o “maestro” nas apresentações clássicas da Academia de Música de Vila Verde (AMVV), e por ter desenvolvido todo um trabalho, em colaboração com a restante direção, que colocam a AMVV como um exemplo a seguir na área da pedagogia e formação.

Nascido no Porto, filho de flautista de bandas militares, Idílio soube desde cedo a “dureza” para se poder ser profissional na área musical, mas também que a peculiaridade era uma vantagem, como o próprio nome, Idílio, que divide com apenas três pessoas no país. “Um deles é meu padrinho”, revela, entre risos, abrindo a partitura da vida que o trouxe a Vila Verde.

“A minha vida era como a de um nómada”, explicou ao Semanário V o professor, agora com residência na freguesia de Barbudo. “Tinha residência no Porto mas andava um pouco por todo o país. Toquei em várias bandas, comecei como violinista mas depois tirei mestrado em interpretação musical – variante clarinete. Dei aulas a sargentos e oficiais, até que fui parar a uma Big Band na zona centro do país”, revela o professor.

(Idílio Nunes em destaque na edição impressa n.º 62 do Semanário V, já nas bancas)

(Foto: Luís Gonçalves / Foto Felicidade)

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