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Autárquicas. PS e PSD prometem investimento na eficiência energética

Anunciam-se tempos “verdes” em Vila Verde, com os dois principais partidos políticos a anunciar investimento em tecnologia LED para a iluminação do concelho, para além da criação de ecovias.

José Morais, candidato pelo Partido Socialista (PS), quer “trazer Vila Verde para o futuro”, através de um sistema de iluminação de baixo custo, alimentado por painel fotovoltaico, inserido no projeto “Mobilidade Verde”, apresentado pelo atual vereador socialista no IEMinho, na passada segunda-feira (ver pág.4).

O primeiro passo seria dado na construção de avenidas, situadas em Soutelo e Vila de Prado, onde a tecnologia de iluminação LED seria utilizada para uma ciclovia e zona pedonal, fruto do projeto para construção de nova variante que ligaria a variante do Cávado ao nó da A3 na freguesia de Lama, concelho de Barcelos, ideia apresentada pelos socialistas.

Mas a Câmara de Vila Verde também já havia anunciado, em fevereiro último, que cerca de 60 por cento do concelho iria ficar “coberto” por LEDs, projeto esse que não chegou a iniciar, porque, e segundo António Vilela, “o governo está a negociar com a União Europeia”.

“Temos um total de 2 milhões e 700 mil euros aprovados para financiar a questão da eficiência energética”, avançou Vilela, explicando que “a Associação de Municípios pediu ao governo que os fundos disponibilizados fossem a fundo perdido, e é isso que está em negociações de momento, e que levou ao adiamento do início do projeto”.

No entanto, José Morais deixou críticas ao executivo liderado por António Vilela (PSD) dizendo que não há aposta na eficiência energética.

“Que eu saiba, o Pacto de Autarcas foi assinado há muito tempo e ainda não vi melhorias nenhumas em Vila Verde”, disse José Morais, referindo-se ao movimento europeu que envolve autarquias locais e regionais voluntariamente empenhadas no aumento da eficiência energética.

O líder socialista disse mesmo que o PS pretende “apostar na eficiência energética e no controle de custos com a energia”, abordando também a questão de interligar os espaços verdes iluminados por LEDs com árvores de baixo porte e folha caduca, como carvalhos, castanheiros, amieiros ou plátano-bastardos.

Mas António Vilela contra-argumenta, e disse ao V que “a instalação de LEDs, como anunciámos anteriormente, tem prevista a cobertura de 60 por cento do concelho, mas ainda estamos à espera de um acordo entre governo e UE”.

(Notícia completa na edição impressa do V n.º 71, já nas bancas)

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