Andreia Santos
Andreia Santos Opinião

Opinião de Andreia Santos: “Basta Querer…”

As pessoas mais importantes das nossas vidas são aquelas que nos fazem acreditar mais no que somos. Às vezes isto não é tão consciente ou lembrado, mas se olharmos à volta talvez encontremos com relativa facilidade pessoas responsáveis, maduras o suficiente para nos fazerem sentir apreciados e merecedores de atenção e afeto.

Gostamos sempre mais de quem nos inclui e dá valor. O reconhecimento é uma necessidade básica do ser humano. Toda a gente tem o potencial de brilhar, mas é preciso que exista a luz certa a incidir sobre as pessoas, (diria uma das autoras que ando a ler). “São os seus olhos”, ouvimos por vezes quando elogiamos alguém. Não são… e quando nos dizem isto fazem-no por modéstia. Todos gostamos de ouvir dizer o que somos e que nos ajudem a dar-lhe força. E é tão fácil e gratuito. É só querer.

“Os seres humanos precisam do reforço e validação sociais, do sentimento de pertença e de ser imprescindível. Nada disto pode acontecer sem que as nossas ações sejam reconhecidas por aqueles que trabalham connosco.” Quando os outros, nossos pares e líderes, apreciam o nosso esforço enquanto parte da equipa ou quando se respeita o alcance do desempenho que tivemos, isto motiva-nos a prosseguir. O Feedback é a melhor acendalha da criatividade e da entrega. “Work is more than just a paycheck”. O sentimento de orgulho e a satisfação são fundamentais ao nosso desenvolvimento psicológico. São estes os motores que trazem a felicidade e a inovação e permitem a durabilidade das relações no trabalho.

Quando fazemos planos de desenvolvimento de talento não, não estamos a perder tempo, nem a deitar dinheiro fora… Estamos a garantir que satisfazemos as necessidades dos nossos e apoiamos a sua realização para que fiquem connosco.

Há ainda um longo caminho a percorrer para tornar efetivos os programas de reconhecimento dos colaboradores, para construir um sistema de positividade e realmente aumentar a produtividade. A apreciação deve ser específica, num tempo certo e diferente consoante o colaborador e as suas atividades, cada um é especial e isto deve ser mostrado. Quanto mais pessoal for melhor, a cultura de proximidade compensa. E com a consciência de que acima de tudo se trata de um trabalho de todos e com um propósito único, o da equipa de trabalho, porque nunca alcançamos nada sozinhos.

“As pessoas podem esquecer o que dissemos, não lembrar do que fizemos, mas dificilmente se esquecem de como as fizemos sentir” (Maya Angelou). Sejamos gratos. Daqui, de mim, obrigada! Continuação de boa semana! Até já.

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