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Tribunais. Aceite providência cautelar que suspende eleições da direção da ESVV

O Tribunal Administrativo e Fiscal (TAF) de Braga admitiu a providência cautelar para a suspensão da eficácia do ato eleitoral das eleições para a direção da Escola Secundária de Vila Verde (ESVV). João Graça, atual diretor, diz desconhecer essa suspensão e diz ter sido “democraticamente eleito”.

Recorde-se que esta providência foi levantada por António Veloso, candidato derrotado das eleições (9 votos), que denuncia irregularidades nas eleições para a Associação de Pais (AP) da secundária. O queixoso adianta que essas eleições para a AP influenciaram diretamente o resultado das eleições para diretor da ESVV. Segundo despacho do TAF, o Ministério da Educação tem agora um prazo de dez dias para deduzirem oposição à providência cautelar.

Advogado quer anular tomada de posse

Segundo João Silva, advogado de António Veloso, confirma-se a providência cautelar e “espera-se que todos os atos praticados em desrespeito pela decisão da admissão da providência sejam anulados imediatamente”.

O advogado diz “aguardar para saber se já houve tomada de posse ou não, para processualmente anular, pois, a decisão de admissão da providência suspende a execução dessa tomada de posse”.

“Fui eleito democraticamente”

Mas João Graça já tomou posse e encontra-se em funções diretivas, como o próprio confirmou ao V. João Graça diz mesmo ter sido “democraticamente eleito com doze votos contra nove”, adiantando que “se há irregularidades não foi na minha eleição”.

“Não quero comentar mais este assunto, até porque o que tenho sabido é através da comunicação social”, adiantou o novo diretor da ESVV. “Estou em funções, tenho tido muito trabalho e se decorrem açoes na justiça, é lá que devem ser analisadas”, finalizou João Graça.

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