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Vila Verde

Autárquicas. PS de Vila Verde quer Câmara “mais transparente e rigorosa”

O Partido Socialista (PS) de Vila Verde acredita que vai ser poder a partir de 1 de outubro e emitiu hoje um comunicado onde diz acreditar que a mudança “pode e deve ser mais que uma mera alteração dos rostos que conduzem os destinos de uma autarquia”.

No entender do candidato do PS, a atuação da Câmara Municipal “tem que ser mais transparente e rigorosa para que mereça a confiança dos cidadãos”. “A gestão da Câmara Municipal tem, ainda, que ser mais participada tendo como base princípios modernos de gestão inteligente e de governação”, considera o candidato.

José Morais dia que ” alguns padrões de comportamento (…) mostram, claramente, que quando os mesmos estão no poder muitos anos normalmente perdem dinâmica, passam a funcionar por inércia e adquirem práticas pouco transparentes e pouco corretas” e que há muitos casos no país em que os responsáveis acabam envolvidos em processos judiciais”.

José Morais quer uma alternativa estratégica ao modo de funcionamento e de gestão do município em àreas como adjudicações, recursos humanos e o controlo de qualidade, plano estratégico de investimento, relação da câmara com as juntas de freguesia e a modernização administrativa.

Plano de Investimentos de médio prazo, mais competências para as Juntas de Freguesia e atenção especial aos recursos humanos

“A candidatura do Partido Socialista de Vila Verde apresenta e defende um conjunto de alterações significativas no modelo de gestão Municipal que toca em áreas como as adjudicações, os recursos humanos e o controlo de qualidade, o plano estratégico de investimento, a relação com as juntas de freguesia e a modernização administrativa”, lê-se em comunicado.

José Morais diz que a atual transparência em relação às adjudicações não são devidamente justificadas e que pretende mudar isso. “A regra será, portanto sempre a de concurso público aberto. Todas as adjudicações serão publicadas no web site da Câmara Municipal”, diz o candidato, garantindo ainda que os funcionários municipais são o “elemento mais relevante da gestão” e que vão ser “mais participantes nos processos de decisão”.

Apoios comunitários e atribuir competências às juntas de freguesia são outras das batalhas de campanha de José Morais

Em termos de investimento, a Câmara fará um plano de investimento a 12 anos. Um plano que seja “amplamente debatido por todos os interessados e que permita orientar as grandes opções municipais até 2030”. Um plano destes tem, na opinião de José Morais, “grandes vantagens para efeito dos apoios comunitários”, uma vez que “impedirá que o investimento seja feito com base nos ciclos eleitorais”. Importa clarificar que o plano é acima de tudo uma “orientação estratégica”. Mais que impor a realidade “deve adaptar-se à realidade”.

“A proximidade da Câmara com as Juntas levará a que o Executivo Municipal uma vez por mês reúna nas freguesias em reuniões em que as pessoas de cada freguesias possam colocar questões à Câmara”, diz o candidato em comunicado.

José Morais quer ainda criar uma “plataforma digital que permita comunicação mais eficiente e que, de forma fidedigna, permita reduzir procedimentos em suporte papel. Por outro lado, está também a ser estudada a criação de uma aplicação móvel (app) destinada a aproximar cidadão e município, proporcionando uma verdadeira política de proximidade”, diz o candidato do PS em comunicado.

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