Vila Verde: António Costa quer mais incentivos fiscais para arranque das empresas
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Vila Verde: António Costa quer mais incentivos fiscais para arranque das empresas

“Insucesso também faz parte do crescimento dos projetos”, diz António Costa, líder da oposição socialista que, esta tarde de sexta-feira, esteve de visita ao Instituto Industrial do Minho (IEMinho), na freguesia de Soutelo no concelho de Vila Verde.

Acompanhado pelos socialistas da região, onde se destaca Joaquim Barreto, da Federação Socialista Distrital de Braga, Nídio Silva, José Morais e Luis Filipe Silva, todos da concelhia de Vila Verde, António Costa serviu-se do exemplo de incubação de empresas feita em Vila Verde para potenciar económica e emprego em locais fora da esfera de Lisboa e Porto.

“É nestas instituições, com o saber criado nas universidades e politécnicos, que se fazem empresas de sucesso. É aqui que a fiscalidade, através de incentivos reais, devia funcionar. É no nascer das empresas que são precisas ajudas”, disse António Costa, utilizando o modelo inglês. “Um bom exemplo a seguir. Tudo que é impostos nestas empresas à nascença é para ser investido nas próprias empresas”, refere o líder dos socialistas.

António Costa conheceu na IEMinho e ficou a saber que o insucesso na incubação das empresas ronda os cinco por cento. “Lá fora, projetos deste género, têm taxa de insucesso maior. Mas o insucesso faz parte do crescimento e é esta mentalidade que temos que ter. Não devemos desistir quando as coisas correm menos bem”, disse o socialista.

A comitiva de António Costa ficou a conhecer na IEMinho empresas que utilizam produtos endógenos, como caso das leveduras para Vinho Verde, ou uma empresa de calçado que utiliza os motivos dos lenços de namorados como inspiração dos produtos.

“Foi aqui na região que resolvi um problema de milhares de euros para a Câmara de Lisboa. A bandeira da câmara tinha quer ser substituída de semana a semana. Aqui encontrei uma empresa têxtil que me resolveu o problema e agora substituímos a bandeira de seis em seis meses”, recordou António Costa.

A IEMinho já incubou mais de 200 projetos e tem atualmente 49 empresas nas instalações, sendo que é diretamente responsável, através das empresas, por cerca de 150 postos de trabalho.

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