Solar - Quinta S. José - Braga
Braga Região

Empresária de casa de alterne diz-se “alvo de discriminação”

Encerrada desde janeiro deste ano, e depois de operação da GNR a mando do Tribunal de Braga, empresária da Quinta de São José, situada na freguesia de Palmeira, Braga, diz-se “perseguida” pelas autoridades da justiça.

Casa noturna de alterne, uma das mais conhecidas da região, a Quinta de São José foi selada devido à alegada “prática de lenocínio”. No entanto a empresária, Gleici Souza e em declarações ao Correio da Manhã, refere que outras casas do género continuam de portas abertas. A empresária acusa mesmo as autoridades de “discriminação”.

“Eu não tenho nada contra as outras casas de alterne, mas se o negócio é o mesmo, porque é que a minha casa está fechada e as outras continuam abertas?”, questiona Gleici Souza, a gerente da Quinta de São José, uma das maiores casas de alterne de referência no Minho.

Segundo Gleici Souza, e quando das buscas das GNR, “não foram encontradas provas”. “Nem de lenocínio, nem droga e nem meninas ilegais”, referiu a empresária que não tem dúvidas em dizer que o caso se trata de “perseguição pessoal”.

O caso já está sob alçada do Ministério Público depois de inquérito concluído de um processo que demorou dois anos de investigações por parte do Núcleo de Investigação Criminal da GNR de Braga.

A Quinta São José sempre foi alvo de buscas e rusgas desde 2006 que tem sido notícia com vários casos.

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