Ricardo Rio
Ricardo Rio
Braga

Extinção da SGEG é ´inevitável´em processo de “entraves”

“Foi um negócio construído de forma ruinosa pelo anterior Executivo Socialista, que representa encargos desmesurados para o Município e, como gestores responsáveis que somos dos recursos públicos, faremos tudo o que estiver ao nosso alcance para que o mesmo seja extinto”. Foi nestes termos que Ricardo Rio, presidente da Câmara Municipal de Braga, se referiu à Sociedade Gestora de Equipamento de Braga (SGEB), em declarações proferidas à margem da Reunião do Executivo Municipal que teve lugar hoje, dia 4 de Janeiro, no Salão Nobre dos Paços do Concelho.

Apontando como objectivo a extinção da SGEB, que representaria uma poupança a rondar os 90 milhões de euros nos próximos 20 anos para os cofres municipais, o Autarca sublinhou que a demora na concretização deste intento se deve às reservas colocadas por um dos parceiros privados, que exige uma indemnização correspondente a 10% da poupança que o Município irá realizar com a extinção.

“Esperávamos que os procedimentos fossem mais ágeis e era essa a nossa vontade, mas face à realidade que encontramos vamos continuar as tramitações do ponto de vista formal e jurídico que possam levar a bom porto a extinção que consideramos ser inevitável”, referiu, rejeitando indemnizar o parceiro privado que se opõe à dissolução da SGEB e garantindo que o outro parceiro está ´em total sintonia´ com os intentos da Autarquia.

O Edil assegurou ainda que, neste momento, não há nenhum incumprimento em termos de pagamentos de rendas. “As únicas rendas suspensas devem-se à detecção de falhas na construção dos equipamentos. Todas as restantes rendas estão a ser liquidadas normalmente, com muito custo para todos os Bracarenses”, afirmou, referindo que este é um processo que deveria merecer consenso de todas as partes envolvidas para benefício do futuro do Concelho e dos cidadãos.

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