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Amares Destaque

Amares acolheu a primeira apresentação pública de guia prático nacional para apoiar a trabalhar a igualdade de género

Criar um instrumento que permita integrar e avaliar o impacto da dimensão de género e, ao mesmo tempo, orientar e apoiar responsáveis políticos e pessoal técnico dos vários setores do estado. Este é o propósito do guia apresentado em Amares no âmbito do “Guia Prático para a Avaliação do Impacto de Género nas Políticas Públicas e nas Medidas Legislativas Nacionais.

A ferramenta de trabalho, desenvolvida no âmbito do Projeto Portugal Mais IGUAL, financiada pelo EEAGRANTS e gerida pela Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género – CIG, foi apresentada, ontem, pela primeira vez em Amares, por Pedro Gonçalves e Vanda Santos.
Na sessão pública de apresentação do respetivo guia, que decorreu no Salão Nobre dos Paços do Concelho, a vereadora da Ação Social do Município de Amares, Cidália Abreu, revelou que Amares foi o concelho da zona norte escolhido para a apresentação do projeto.

“Ficamos muito satisfeitos por saber que das cinco apresentações previstas a zona norte está representada por Amares. O nosso muito obrigada pela oportunidade e confiança depositada”, sublinhou, manifestando o seu contentamento.

Pedro Gonçalves e Vanda Santos lembraram que esta “é uma área onde há ainda um longo caminho a percorrer” e que é “urgente e fundamental refletir sobre a importância e pertinência da integração da perspetiva de género – mainstreaming em todas as políticas públicas” e, por esse motivo, destacaram a importância e o impacto que este novo instrumento de trabalho terá junto do público-alvo.

Já Susana Cordeiro, da Valoriza, entidade que localmente trouxe o projeto para Amares, reconheceu a “pertinência” deste novo instrumento que, na sua opinião, “vai permitir aperfeiçoar o trabalho das diversas entidades na promoção da igualdade de género”.

Lisboa, Faro, Leiria e Évora são os restantes locais que vão acolher a apresentação deste projeto, que durante onze meses envolveu, para além de Portugal, a Islândia, a Noruega, o Lichtenstein na criação deste instrumento de avaliação das medidas legislativas promotoras da igualdade de género.

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