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Tribunais. Júri que não renovou com antigo comandante dos bombeiros investigado pelo MP

O grupo de associados da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Vila Verde (AHBVVV) que não concordou com a não renovação  de serviço do antigo comandante José Lomba, fez uma denúncia ao Ministério Público para que esse órgão de soberania investigue alegadas “falsas declarações” na ata de comissão paritária que ilibou a direção no afastamento do antigo comandante José Lomba. O MP já está a investigar o caso.

O grupo de associados queixa-se e denuncia que o júri dessa comissão, constituído pelo presidente da Assembleia Geral da AHBVVV, Álvaro Santos, pela representante da Liga dos Bombeiros, Fernando Vilaça, e pela representante da Proteção Civil, Olga Morais, não estava em termos legais aquando da reunião que deliberou a não renovação com o antigo comandante.

O grupo diz que a reunião nunca aconteceu nos trâmites leais e que a representante da Proteção Civil, uma das três denunciadas no inquérito do MP, nunca esteve presente nas instalações da AHBVVV no dia 4 de janeiro, reunião em que a ata foi lavrada e que deu sequência à improcedência de recurso apresentado por José Lomba contra a direção da AHBVVV.

José Lomba foi afastado de comandante e revelou “interesses políticos” na decisão

José Lomba acusou em conferência de imprensa o presidente da Câmara António Vilela, o chefe de gabinete da Câmara, Paulo Renato, e o presidente da AHBVVV, Carlos Braga, de tentativa de “saneamento” das funções como comandante dos BVVV.

“É uma questão política, não tenham dúvidas”, disse José Lomba sobre o afastamento, considerando que “foi mais uma guerra que travei com os políticos”.

(Notícia completa na edição impressa do Semanário V, a 9 de agosto)

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