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JMF. “Às vezes vou pagar um café e penso que as pessoas se enganam no troco”

O mês de agosto traz emgrantes de todos os cantos do mundo de regresso a Portugal e Vila Verde acolhe muitos filhos da terra. Mas Vila Verde tem um emigrante premium.

O antigo presidente da Câmara emigrado em Bruxelas, José Manuel Fernandes, disse ao V que se sente um “emigrante privilegiado”, por regressar todos os fins de semana a Vila Verde.

“Às vezes vou pagar um café e penso que as pessoas se enganam no troco”, confessa, entre risos.

“Um pequeno almoço em Bruxelas é um jantar em Portugal e às vezes, apresentam-me a conta e eu começo a insistir que ainda foi mais isto e aquilo mas depois lembro-me que não estou em Bruxelas”, diz o eurodeputado que, embora emigrado, regressa semanalmente.

“Desde que estou no Parlamento, há 8 anos, só falhei um fim de semana, que foi quando os aeroportos estavam fechados por causa das cinzas de um vulcão”, disse. “Mas mesmo assim era para vir de carro, mas só podia estar cá duas horas, e acabei por não vir”, conta JMF.

“Quanto mais ando pelo mundo mais gosto de Portugal e mais amo Vila Verde, porque nem sempre temos consciência da qualidade de vida que aqui temos”, diz o eurodeputado.

“Quando estamos fora valorizamos mais o que temos, vemos o sistema de saúde que há, e começamos a gostar mais do nosso”, conta o eurodeputado,

Apesar de estar no convívio de Oriz, JMF é natural de Moure, e, como emigrante, gosta de ver o eucalipto no lugar, embora lamente a morte da árvore.

“Tenho pena do eucalipto ter definhado. Não sei a razão da morte do eucalipto, porque uma árvore tem um tempo de vida, como nós, mas gostava que nunca tivesse morrido”, confessa.

Foto: Paulo Fernandes

(Notícia completa na edição impressa n,º 83 do Semanário V, já nas bancas em Vila Verde, Amares e Braga)

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