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Tribunais. António Vilela e JLN continuam arguidos e com Termo de Identidade e Residência

João Luís Nogueira e António Vilela continuam arguidos no processo de venda da EPATV, confirmou o V junto de fonte do processo. As medidas de coação expiraram mas o processo decorre na fase de inquérito e António Vilela e João Luís Nogueira continuam suspeitos sob “fortes indícios” de crimes de corrupção, entre outros.

Ao V, João Luís Nogueira confirma a “queda” das medidas de coação, não porque o MP decidiu deixar cair o processo, mas por ter passado o prazo legal das mesmas, mas nega que a acusação tenha sido retirada ou que o próprio ou António Vilela tenham deixado de ser arguidos no âmbito do processo de venda da EPATV, como avançou ontem o jornal “O Vilaverdense”.

Ao V, o diretor da EPATV confirma a notícia avançada pelo advogado de António Vilela, de que teriam sido levantadas as medidas de coação impostas, devido às mesmas terem expirado o tempo limite, no entanto, e ao contrário do veiculado, o processo ainda decorre em fase de inquérito, mantendo António Vilela e JLN como arguidos.

Segundo JLN, o passaporte foi devolvido e a proibição de contacto entre arguidos e testemunhas também “caiu”, devido à passagem dos seis meses de duração das mesmas medidas, sem que o processo tenha conhecido avanços.

No entanto, JLN e António Vilela continuam com Termo de Identidade e Residência (TIR) e mantém-se arguidos por suspeitas de corrupção, prevaricação, abuso de poder e negócio ilícito.

João Luis Nogueira diz que o processo é “pura ficção científica”

“Este processo ainda decorre mas é um processo que é pura ficção cientifica”, diz JLN, desmentindo notícia vindas a público em relação à “não-acusação”.

“Ainda não há acusação, por isso não podemos dizer que não há acusação. Ainda estamos na fase de inquérito”, explica JLN ao V, esperando no entanto que seja “para breve” a decisão do MP.

Questionado se teme que a acusação não seja favorável, JLN mostra-se tranquilo, porém perseguido. “Estou tranquilo que face a esta fase de inquérito. que não terei acusação , pois estou inocente e de consciência tranquila”, diz o diretor da EPATV, clamando que está a ser perseguido por políticos.

“Estou preocupado porque me sinto perseguido pelos politicos, pelos invejosos, por todos que são incapazes de construir o que eu consigo. Toda esta gente acha que eu não trabalho o suficiente para ter o que tenho”, finaliza JLN.

António Vilela não comenta

O edil terá dito à imprensa que não quer comentar, para já, a “queda” das medidas de coação, até porque, e ao contrário das informações veiculadas nas últimas horas, a acusação não foi retirada e a única alteração no processo foi a de ter passado o prazo relativamente às medidas de coação sem que a investigação conhecesse avanços.

Medidas de coação expiraram há um mês mas só foram revistas na quarta-feira

As medidas de coação impostas a António Vilela e João Luís Nogueira expiraram no passado dia 15 de agosto, sem que o MP as tivesse revisto ou notificado os arguidos da situação.

Curiosamente, apenas no dia seguinte à notícia lançada pelo Semanário V de que o MP ainda não teria deixado cair as medidas de coação, foi tornado público o levantamento das medidas de coação.

Questionado pelo V, João Luís Nogueira confessa achar “estranha” essa sequência e de que se tenha feito silêncio durante tanto tempo sobre o assunto.

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