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Insólito. Funcionário diz ser obrigado pelo patrão a ficar sentado à porta da empresa

Um funcionário da empresa de cafés Brunati, em Guimarães, diz que o patrão o obriga a ficar à porta de empresa por estar a cumprir processo disciplinar.

Numa publicação na rede social Facebook, feita por um amigo do funcionário em questão onde se pode ver Francisco Teixeira, o funcionário, sentado à porta da empresa num banco, ao sol.  Segundo a mesma publicação, o funcionário diz estar a cumprir um processo disciplinar e não pode ter acesso ao interior da empresa porque o patrão não deixa.

Segundo avança o JN, o gerente da empresa, Vítor Araújo, nega que não deixe entrar o funcionário, alegando que o mesmo usa um telemóvel pessoal durante o horário de trabalho, e que enquanto o fizer, não o deixa entrar na empresa.

A função de Francisco seria de comercial, deslocando-se numa carrinha de empresa que terá sido retirada. O funcionário queixa-se que, para além de lhe retirarem a carrinha, marcam serviços para longe e que tem de pedir boleia para poder fazer o trabalho.

Segundo o patrão, o funcionário também faria negócios para uma empresa pessoal, tendo recebido um ultimato para escolher, algo que o funcionário terá ignorado.

A empresa está agora com uma queixa por parte de Francisco Teixeira, na Autoridade para as Condições do Trabalho.

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