Manuel Tibo
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Polémica. Presidente de Câmara acusa “O Vilaverdense” de “maldade atroz”

O presidente da Câmara de Terras de Bouro, Manuel Tibo, emitiu hoje um comunicado onde acusa a empresa Ideia Cinco, detentora dos jornais “O Vilaverdense” e “O Amarense & Caderno de Terras de Bouro” de “maldade atroz” devido à publicação de um texto atribuído a Manuel Tibo que o próprio não terá escrito. Em comunicado, o autarca do PSD denuncia que foi contactado pelo diretor das publicações e que se terá recusado a escrever qualquer texto.

Segundo Manuel Tibo, o texto que foi publicado sob a sua autoria pertence na verdade a Joaquim Cracel, antigo presidente da Câmara, e que, segundo Tibo, “já havia sido publicado na edição do catálogo do ano passado”. O texto vem inserido num catálogo natalício de âmbito comercial, que foi distribuído esta quinta-feira, acompanhando as edições de ambos os jornais.

“A situação torna-se mais grave face ao facto de, como presidente da Câmara Municipal de Terras de Bouro, ser associado a um catálogo natalício de âmbito comercial, depois de ter sido contactado pelo diretor das publicações e ter recusado a minha participação na revista em causa”, esclarece o presidente da Câmara.

“Independentemente das minhas dúvidas e questões quanto à pertinência da associação do presidente da Câmara à edição comercial em causa, é absolutamente inaceitável que o diretor das publicações, Carlos Machado Silva, tenha dado completo desprezo ao meu direito à livre expressão e decisão de participação ou não na iniciativa”, refere ainda o autarca.

“Mais grave ainda é que tenha decidido, de livre arbítrio, atribuir-me a autoria de um texto que – segundo fui informado – já havia sido publicado na edição do catálogo do ano passado e assinado pelo meu antecessor, Dr. Joaquim Cracel Viana”, diz Tibo, temendo ser “acusado de plágio. “Por causa de uma publicação que recusei e sobre a qual não me foi dado conhecimento”, diz ainda Manuel Tibo.

“A situação é aparentemente surrealista e inconcebível num Estado de Direito”, lamenta, considerando que a publicação “se reveste de uma maldade atroz e a sua gravidade impõe que tomem medidas para que sejam assacadas responsabilidades aos seus autores”.

“O esclarecimento público visa minorar os efeitos e, sobretudo, informar os leitores e os cidadãos, porque o presidente da Câmara Municipal de Terras de Bouro não é o autor do texto nem tem qualquer responsabilidade sobre a sua publicação”, finaliza o comunicado.

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