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Braga. Sete desalojados após incêndio habitacional

Sete pessoas ficaram desalojadas após os quartos do primeiro andar e um sotão de uma habitação serem consumidos pelas chamas, ontem, em Braga, freguesia de Pousada.

As chamas terão deflagrado na parte superior da habitação quando o proprietário da casa, de 73 anos, que estava a fazer trabalhos de poda no quintal, foi alertado para o fumo por uma condutora que ia a passar na estrada municipal que liga Pousada a Crespos.

Quando o proprietário, em conjunto com uma filha, tentaram apagar as chamas, viram que já não era possível aceder ao andar superior, e já pouco houve a fazer.

O alerta foi dado ao final da tarde de ontem para uma habitação na Rua da Bouça, em Pousada, e foram mobilizados para o local nove operacionais dos Bombeiros Sapadores de Braga que procederam ao combate às chamas e posterior rescaldo.

Fonte da GNR indicou ao Semanário V que os desalojados são dois casais, duas crianças e um homem, todos familiares.

Uma equipa da Proteção Civil do Município de Braga esteve no local para prestar apoio aos desalojados.

Vitor Azevedo, chefe de divisão, indicou ao V que os desalojados passaram a noite em casa de familiares e amigos”.

“Viemos verificar as condições em que se encontra esta família, se é necessário alojamento ou outro tipo de apoio”, refere, indicando que o primeiro apoio será por parte de funcionários da junta “no sentido de arranjar apoio para proteger a habitação da chuva”. “Amanhã já vem chuva e se atingir a habitação ainda vai piorar”, referiu ontem ao Semanário V.

Segundo Vítor Azevedo, a situação mais preocupante são as duas crianças e o pai destas, que ficaram “apenas com a roupa que tinham no corpo”.

“O casal que vivia num dos quartos afetados, com duas miudas, uma de duas e outra de oito anos, e vão receber apoio por parte da ação social em termos de roupa”, afere, indicando que “foi possível salvaguardar o que estava na parte de baixo da habitação”.

Os moradores têm seguro da habitação e a seguradora desloca-se hoje ao local, assim como os serviços de ação social do Município de Braga.

No local esteve a GNR de Braga mas o caso passou para a investigação da Polícia Judiciária que também se desloca hoje ao local.

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