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Filosofia. Falou-se da morte no café “A Brasileira”

“Porque se diz que morremos sozinhos?”. Esta foi uma das questões lançadas no ponto de partida para mais uma “maratona” filosófica no café “A Brasileira”, promovido pela associação “Nova Acrópole Braga”, na passada segunda-feira.

O evento atraiu mais de meia centena de curiosos, prontos a questionar-se sobre vários textos e manifestos religiosos e filosóficos para encontrar algumas respostas nas questões “pré-estabelecidas” em relação à morte.

“Porque existe sofrimento e medo relacionado com a morte?”; “Como podemos lidar melhor com a morte?”; “É possível a existência de uma alma, algo imortal no ser humano?”; É possível ou desejável a tecnologia tornar-nos imortais?”, foram algumas das questões levantadas nesta sessão que reúne interessados em aprofundar algumas questões que nem sempre são devidamente aprofundadas.

“Cada um dos grupos partilhou as suas conclusões e debateram-se as diferentes perspetivas, num ambiente moderado em que se procurava a tolerância de pensamento, o questionamento mútuo e a clarificação desta realidade universal que é a morte”,  referiu Elisabete Ferreira, membro da Nova Acrópole Braga.

“Este é um projeto da Nova Acrópole Braga, organização filosófica e cultural sem fins lucrativos, que vai já na sua quinta sessão, depois de terem sido debatidos os temas da felicidade, a construção do eu, inteligência artificial e a liberdade”,

O próximo tema será “como construir um mundo melhor”, a acontecer no dia 13 de março, também no café “A Brasileira”.

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