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Braga Cultura

Música. Filarmónica Juvenil de Braga em digressão solidária

A Filarmonia Juvenil de Braga (FI-BRA), composta por meia centena de músicos, e a solista Sofia Escobar vão atuar, em 2018, em algumas das “mais emblemáticas” salas de espetáculos do país, numa digressão solidária, foi hoje anunciado.

Segundo o presidente da Casa do Professor de Braga, as receitas dos concertos reverterão a favor da promoção do sucesso escolar de alunos carenciados que frequentam a escola pública, “no sentido de uma verdadeira igualdade de oportunidades e de uma escola inclusiva”.

A digressão começa a 17 de fevereiro, em Guimarães, cidade natal de Sofia Escobar, estando também já confirmados concertos no Theatro Circo, em Braga (30 de junho), na Casa da Música, no Porto (08 de setembro) e na Aula Magna, em Lisboa (1 de dezembro).

Ainda sem data confirmada, haverá também um concerto no Centro de Congressos do Funchal e um outro, já em 2019, novamente em Braga, no encerramento das comemorações dos 40 anos da Casa do Professor.

O responsável desta casa disse que, além da vertente solidária, estes concertos têm ainda como objetivo “evidenciar a qualidade técnica e artística” dos jovens que integram a FI-BRA.

Criada no seio da Casa do Professor de Braga e liderada pelo maestro Filipe Cunha, a FI-BRA é composta por cerca de 50 jovens estudantes de música, entre os 12 e os 17 anos e que frequentam escolas, academias e conservatórios de todo aquele distrito.

O seu repertório é integralmente constituído por obras compostas para orquestra de sopros, destinadas essencialmente a um público infanto-juvenil, tendo como base o património musical português.

A madrinha do projeto é Sofia Escobar, que vai ser a solista na digressão solidária agendada para 2018.

Nos concertos, Sofia Escobar cantará alguns dos seus temas “mais emblemáticos”, mas haverá também espaço para “algumas surpresas”, entre as quais um tema original em português.

Sofia Escobar disse que aceitou integrar este projeto por se tratar de uma orquestra de jovens, composta por “estrelinhas que estão a nascer”, mas também por ter epicentro no norte.

“Também sou do norte, sou vimaranense de gema e gosto que o norte tenha mais visibilidade”, afirmou, na conferência de imprensa de apresentação da digressão, confessando sentir “um gozo especial” por o concerto inaugural ser na sua cidade natal.

Os concertos terão a duração de 70 a 80 minutos e o preço do bilhete será de 12,5 euros.

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