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Associativismo. Braga para Todos leva petição à AR e queixa-se de falta de diálogo da Câmara

O movimento cívico Braga para Todos levou ontem, dia 7 de fevereiro, uma petição à Assembleia da República a solicitar Políticas Públicas de Proteção Animal para Braga, que contabilizou 5581 assinaturas, o movimento foi recebido pelos e pelas seguintes deputados/as: Pedro Soares ( BE), Carla Cruz ( CDU) e Ilda Novo(CDS-PP) e a redatora Joana Lima ( PS).

Elda Fernandes, porta-voz do movimento refere, que Braga vive uma situação terrível referentes animais de rua em Braga e que esta não é nada desconhecida para quem habita ou visita a cidade. “Por toda cidade é possível visualizar dezenas de matilhas, milhares de colónias de gatos, todos dependentes de ativistas que ajudam no possível e de pequenas associações que através de apoios de individuais atuam no terreno, da Câmara de Braga há promessas, mas zero de ação.”

A porta-voz do movimento aponta ainda o dedo à deputada do CDS-PP, a quem acusa de ter “a lição teórica bem estudada”.  Segundo Elda Fernandes, a deputada “repetiu as promessas do atual executivo de Braga”.

“Falamos do CED- Captura-Esterilização- Devolução, a ambulância para o socorro animais acidentados, o apoio a pessoas mais fragilizadas com animais, as campanhas nas escolas, a casa dos gatos e outras situações que em novembro o município já teria a funcionar, estamos em fevereiro e adivinhem? Não existe nada”, aponta Elda Fernandes.

O movimento cívico acusa ainda um “comportamento distante do executivo, neste tema e em outros”. ” Como cidadãos e cidadãs temos direito a questionar, propor ideias e a sermos ouvidos, mas apesar de agirmos sempre de forma construtiva não obtemos respostas, aliás andamos há mais de duas a tentar ter um contacto para desenvolver em parceria com a Câmara um arraial vegano e mesmo após várias chamadas e emails para a Câmara nunca temos resposta”, denuncia Elda Fernandes.

Mas, segundo a porta-voz do movimento, “não será isso que fará parar”. “Pelo contrário até mostra como a ação cívica é urgente, mas entristece-nos ter um executivo cada vez mais distante de quem pensa de forma diferente e defende acima de tudo a igualdade para todos. É preciso mudar paradigmas e quebrar estas resistências”, vinca ainda.

 

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